<font color=3366dd>• Progredir com base na investigação científica
«Portugal não está condenado ao atraso», afirmou Jerónimo de Sousa numa audição sobre ciência e tecnologia, que se realizou em Novembro, em Lisboa. «As enormes carências que nestas áreas o País enfrenta são o resultado de uma política que deixou para trás o desenvolvimento cientifico e tecnológico e persistiu na valorização de um modelo de desenvolvimento assente nos baixos salários e nas baixas qualificações, quando a produtividade do aparelho produtivo e a competitividade da economia portuguesa exigem precisamente o contrário», salientou.
Os objectivos económicos não poderão ser alcançados sem um importante crescimento paralelo dos recursos humanos e materiais afectos às actividades de investigação e inovação tecnológica, incluindo a criação de novos instituições especializadas, considera o candidato, para quem «há um grande esforço de investimento a fazer no conjunto das actividades de investigação científica e desenvolvimento e num vasto conjunto de actividades científicas e técnicas em que se apoia e com que o Estado garante a segurança e o bem-estar dos cidadãos».
A qualificação da força de trabalho, por sua vez, depende da criação de oportunidades de formação adequadas, o que implicará transformações importantes no sistema educativo e de formação profissional. Mas exige também melhorias salariais significativas e o reconhecimento do direito ao trabalho e ao trabalho com direitos.
Na prática, assistimos, pelo contrário, ao levantamento sistemático de obstáculos ao recrutamento de investigadores e de técnicos especializados para a generalidade dos organismos técnicos do Estado, mantendo-se indefinidamente as precárias condições de trabalho que conduzem à fuga de jovens doutorados para o estrangeiro.
«O desenvolvimento das actividades de ciência e tecnologia é também uma questão de soberania: Portugal têm capacidade e inteiro direito a participar no desenvolvimento geral da humanidade, a decidir livremente o seu próprio destino, numa base de igualdade de direitos e de convivência pacífica com todos os outros povos», considera o candidato.
«Não é possível sustentar e realizar a mudança de transformação democrática da sociedade portuguesa e concretizar um projecto de desenvolvimento sem o indispensável contributo da comunidade científica, sem a mobilização e contributo dos nossos investigadores, dos nossos cientistas, dos nossos intelectuais, cujo trabalho não pode continuar a ser subestimado.»
Os objectivos económicos não poderão ser alcançados sem um importante crescimento paralelo dos recursos humanos e materiais afectos às actividades de investigação e inovação tecnológica, incluindo a criação de novos instituições especializadas, considera o candidato, para quem «há um grande esforço de investimento a fazer no conjunto das actividades de investigação científica e desenvolvimento e num vasto conjunto de actividades científicas e técnicas em que se apoia e com que o Estado garante a segurança e o bem-estar dos cidadãos».
A qualificação da força de trabalho, por sua vez, depende da criação de oportunidades de formação adequadas, o que implicará transformações importantes no sistema educativo e de formação profissional. Mas exige também melhorias salariais significativas e o reconhecimento do direito ao trabalho e ao trabalho com direitos.
Na prática, assistimos, pelo contrário, ao levantamento sistemático de obstáculos ao recrutamento de investigadores e de técnicos especializados para a generalidade dos organismos técnicos do Estado, mantendo-se indefinidamente as precárias condições de trabalho que conduzem à fuga de jovens doutorados para o estrangeiro.
«O desenvolvimento das actividades de ciência e tecnologia é também uma questão de soberania: Portugal têm capacidade e inteiro direito a participar no desenvolvimento geral da humanidade, a decidir livremente o seu próprio destino, numa base de igualdade de direitos e de convivência pacífica com todos os outros povos», considera o candidato.
«Não é possível sustentar e realizar a mudança de transformação democrática da sociedade portuguesa e concretizar um projecto de desenvolvimento sem o indispensável contributo da comunidade científica, sem a mobilização e contributo dos nossos investigadores, dos nossos cientistas, dos nossos intelectuais, cujo trabalho não pode continuar a ser subestimado.»